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quarta-feira, 23 de dezembro de 2020

quarta-feira, 23 de dezembro de 2020

Patreon para Raptor: Call of the Shadows (Enhanced Version)




O jogo Raptor: Call of the Shadows é considerado um dos melhores vertical shmup  para o MS-DOS (a par de Xenon 2: Megablast e Tyrian). Com jogabilidade frenética, gráficos VGA, som e música apurados, foi um dos grandes sucessos da era do "shareware". Tornou-se um jogo de culto tendo sido portado para Linux, Macintosh e iPhone, e relançado oficialmente pela GOG em 2010 e pela Steam em 2015.

Mas Scott Host, o programador da versão original do jogo, tenciona ir mais longe e criar uma versão moderna deste shooter, tirando partido pleno do hardware actual! Para tal abriu uma campanha no Patreon e assim encontrar o financiamento necessário para implementar essas melhorias, como novos gráficos e cut-scenes, músicas inéditas, novas armas, e corrigir bugs presentes na versão original. E claro, portar o jogo para as consolas actuais, como por exemplo, a Nintendo Switch.

No vídeo abaixo, Scott Host apresenta sua visão do que será uma versão melhorada do seu jogo. Mais informações sobre a campanha podem ser lidas aqui: https://www.patreon.com/scotthost

terça-feira, 22 de dezembro de 2020

terça-feira, 22 de dezembro de 2020

Recortes: Dinossauros - Revista da Rua Sésamo (1999)

Chegados a Julho de 1999, começamo-nos a aproximar do final dos nossos recortes provenientes da Revista Rua Sésamo, sendo este o último ano que temos disponível.

Neste CD-ROM interativo, apresenta-se o tema dos dinossauros, tão popular entre as camadas mais jovens, de uma perspetiva lúdica em que se pode "aprender brincando". Entre os típicos vídeos informativos, texto e gráficos, contamos também com uma área de jogos bastante básicos onde se encontram puzzles, jogo da memória e outros que estimulam o raciocínio lógico. Jogos esses onde a diversão é muito limitada, não havendo grande longevidade, como é costume neste tipo de centros de actividades, que nada mais se tratam de livros com extras onde mini-jogos são adicionados para adicionar algum grau de "diversão" e interactividade.


segunda-feira, 21 de dezembro de 2020

segunda-feira, 21 de dezembro de 2020

Lançada versão de testes do DOSBox Pure


Em Novembro tinhamos referido o anúncio de pré-lançamento do DOSBox Pure previsto para o final deste ano. Trata-se de um fork do conhecido emulador de MS-DOS, e que visa uma fácil integração com o front-end RetroArch, assim melhorando a experiência do utilizador.

Pois bem, Bernhard Schelling acaba de cumprir o que prometeu, disponibilizando o DOSBox Pure no seu repositório de Git, para que seja testado publicamente!

Podem obter o DOSBox Pure aqui: https://github.com/schellingb/dosbox-pure


Fontes:

https://twitter.com/B_Schelling/status/1341086020725399555

https://www.youtube.com/watch?v=rHkIz4-SewI

quinta-feira, 17 de dezembro de 2020

quinta-feira, 17 de dezembro de 2020

Recortes: A longa aventura (1/2) - Jogos Virtuais - Expresso (03/07/1999)

Regressamos com mais um recorte da secção do Expresso dedicada aos videojogos, com análises de José Antunes. De notar que o título desta secção entretanto mudou para "Jogos Virtuais" por razões que desconhecemos.

O destaque desta edição de 3 de Julho de 1999 é Outcast, um jogo de acção-aventura em 3D produzido pela produtora belga Appeal e distribuido pela Infogrames. Reconhecido pela sua ambição, o jogo terá sofrido por chegar tarde demais a um mercado que entretanto mudou, como José Antunes refere na sua análise.

A aceleração por hardware já era regra e o software 3D de Outcast requeria um processador potente para renderizar imagens em 512x384, resolução já considerada insuficiente à época. Apesar das limitações do engine e das vendas relativamente fracas, o jogo conseguiu alcançar algum sucesso recebendo alguns prémios da crítica.

Foi cogitada uma versão para a Dreamcast que acabou cancelada. A belga Appeal ainda procurou desenvolver uma sequela para a Playstation, mas esta produtora acabaria por falir alguns anos mais tarde. Os responsáveis pelo estúdio acabaram por seguir diferentes caminhos, mas viriam a juntar-se novamente em 2015 e relançar um remake em 2017.

Mas o que mais José Antunes escreveu sobre este jogo? Qual a proposta desta "longa aventura"? Sobre isso poderemos ler na segunda página a ser disponibilizada na próxima semana!

O recorte da primeira página pode ser consultado abaixo.

A longa aventura (1/2) - José Antunes


terça-feira, 15 de dezembro de 2020

terça-feira, 15 de dezembro de 2020

Recortes: Matemática à Aventura - Revista da Rua Sésamo (1998)

Em Setembro de 1998 é analisado um popular título da época, presente na grande maioria das bibliotecas nacionais, tanto locais, como escolares, reconhecido pela sua qualidade educativa.

Mais uma vez temos acesso a um lote de mini-jogos educativos que pretendem passar às crianças os mais básicos conceitos matemáticos de um modo simples e divertido e são esses jogos que são descritos nesta análise em pormenor, tal como a funcionalidade (também muito comum na época) da impressão de imagens para pintar.


terça-feira, 15 de dezembro de 2020

VGHF: Os segredos do código-fonte de Monkey Island

Animação de salto não usada no Monkey Island [imagem de VGHF]
No passado mês de Outubro referimos a nova iniciativa da Video Game History Foundation para a preservação e recuperação do código-fonte e outros artefactos usados no desenvolvimento de jogos clássicos. 

Este projeto designado por Video Game Source Project estreou-se no passado dia 30 de Outubro num evento de angariação de doações, com a presença de Ron Gilbert a pretexto dos 30 anos do lendário The Secret of Monkey Island. Numa conversa que durou um par de horas, Ron partilhou alguns segredos e curiosidades sobre o desenvolvimento do jogo.

Agora em Novembro, a VGHF disponibilizou a conversa para o público em geral, a qual pode ser acedida através desta página. Também incluí um extenso artigo com os segredos que estiveram ocultos durante todos estes anos.

Abriu-se o véu a uma longa lista de curiosidades como rascunhos em papel, animações que não foram usadas ou versões intermédias de cenários ou arte. Também foram revelados alguns puzzles descartados, ou artefactos remniscentes de outros projectos de Ron Gilbert, bem como funções de código sem utilidade aparente e locais ou objectos nunca usados.


Até algumas cenas foram recuperadas pela equipa da VGSP porque o respectivo código estava somente comentado, o que permitiu recriar várias sequências e locais que foram descartados na versão final.

Portanto arranje um chávena de café (ou de chá) e desfrute calmamente os segredos de Monkey Island!

Fonte: https://gamehistory.org/monkeyisland/


terça-feira, 8 de dezembro de 2020

terça-feira, 8 de dezembro de 2020

Recortes: Cidade Virtual - Revista da Rua Sésamo (1998)

Em Maio de 1998, Raul Santos analisa um clássico para a geração nascida nos anos 90 (em que me incluo) - o Cidade Virtual, jogo já analisado aqui neste blog.

Não existe muito a acrescentar depois da nossa anterior análise a não ser que realmente este é um produto multimédia bastante bem concebido ao qual ajuda definitivamente a adaptação para português com a inclusão de vozes nacionais e a análise publicada na Revista Rua Sésamo só comprova o que já antes tínhamos afirmado.


terça-feira, 1 de dezembro de 2020

terça-feira, 1 de dezembro de 2020

Recortes: Um Porquinho Chamado Babe - Revista da Rua Sésamo (1998)

Após a edição da semana passada, reparámos que durante pelo menos um ano (sem grandes certezas pois no nosso acervo temos alguns números em falta do ano de 1997) não se publicou a secção Computadores da Revista Rua Sésamo.

Desconhecemos por que tal terá acontecido, especialmente numa época em que cada vez mais os computadores se tornavam mais comuns e os produtos multimédia, especialmente para crianças, inundavam o mercado português.

Apesar disso, chegamos a Março de 1998 onde se apresenta o CD-ROM baseado no recém-lançado filme "Um Porquinho Chamado Babe", mais um produto multimédia típico da época ao estilo centro de actividades com vários mini-jogos educativos e clássicos como o jogo dos pares ou labirintos.